NW2817 – Badge de Piloto da Luftwaffe – “C. E. Juncker”

R$ 2.070,00

“Flugzeugführerabzeichen der Luftwaffe”

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Descrição

O Badge de Piloto foi instituído em 12 de agosto de 1935 por ordem do Reichsmarchall Herman Göring. Embora existisse um Badge de Tripulante Aéreo, que já estava sendo entregue desde 1933, a sua versão definitiva (chamada Flugzeugführerabzeichen) foi instituída nesta data. No início da guerra, o treinamento completo nas A/B-Schule (Escola básica/avançada) consistia de 4 fases: A-Schein: instrução básica de vôo em aviões biplace (~60 pousos/decolagens). A2-Schein: curso teórico, aerodinâmica, meteorologia, procedimentos de vôo, leis da aviação, aplicação prática de engenharia aeronáutica, navegação básica, comunicação por rádio, código Morse, etc. B-Schein: treinamento avançado de vôo com aviões de alta performance (100-150 horas de vôo, cerca de 14-17 meses). B2-Schein: navegação avançada, manobras evasivas, introdução aos bimotores, etc. Nessa fase era definida em qual força o cadete ingressaria, dependendo da aptidão de cada um. Cadetes destinados a operar bimotores necessitavam passar por mais um curso (C-Schule) mais 50-60 horas de vôo. Ao final do curso, eram entregues além do Badge de Piloto (Flugzeugführerabzeichen) e seu respectivo documento, a licença ou Brevê (Luftwaffenflugzeugführerschein). Essa insígnia era composta de uma coroa de folhas de louro e folhas de carvalho prateada com uma águia em vôo em metal negro sobre uma suástica, com envergadura de 65 mm. O badge de piloto era construído em duas peças, sendo que a águia era presa com rebites sobre a coroa ligeiramente convexa. No início era feito com alumínio, passando por ligas de metais de boa qualidade (entre 1937-1942, utilizava-se níquel, cobre e zinco). Ao longo da guerra a qualidade deste (e dos demais) badges foi se deteriorando, sendo que os últimos eram feitos de kriegsmetall (liga de zinco, cobre e chumbo). O nome do fabricante (ou o respectivo código secreto) era marcado no seu verso, normalmente atrás da águia. O número total de badges distribuídos é desconhecida, sendo que no respectivo documento normalmente encontra-se qual o número e o ano correspondente (por exemplo: 557/43 – o 557º badge entregue em 1943). Digno de nota é que havia uma versão em tecido que era costurada no uniforme de combate, preservando-se, assim, a condecoração original.

Estado de conservação 75%. Fabricado em Tombak nas duas peças. A face frontal do badge retem mais de 80% dos acabamentos early. Peça early, ou seja, começo de Guerra, o modelo mais desejado por qualquer colecionador. Marcado no reverso com o nome do fabricante “C. E. Juncker” de Berlim, simplesmente o fabricante mais desejado por qualquer colecionador. Infelizmente a presilha foi quebrada e uma nova recolocada, sendo opiniões no fórum internacional WAF, este reparo seria de época (infelizmente um pouco da solda escorreu em um ponto da grinalda da face frontal). Pino e dobradiça originais e plenamente funcionais. Adquirido de um colecionador da Africa do Sul que teria adquirido diretamente da família de um combatente aliado Sul Africano. Se não fosse o dano da presilha, essa seria uma peça que atingiria facilmente R$4.000 de valor, pelo material do badge e por seu fabricante, pois é o sonho de qualquer colecionador. EXCELENTE OPORTUNIDADE A ÓTIMO PREÇO!!! Dimensões (42,36×53,04)mm; entre asas 66,30mm. Peso 46,2gr