Schmidt Antiguidades Militares

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Feito esse alerta, declaramos expressamente que repudiamos todas as ideologias de natureza totalitária, racista, discriminatória ou antidemocráticas, bem como manifestamos nossa repulsa ao uso de símbolos, condutas de outras épocas para propósitos criminosos, de modo que qualquer infração nesse sentido que seja de nosso conhecimento será imediatamente denunciada à Justiça Brasileira.


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Padrões de avaliação de uma antiguidade histórica

Para que uma antiguidade histórica possa ser avaliada, existem no mundo do colecionismo algumas formas de classificação que levam em conta o estado de conservação da peça. Embora alguns parâmetros possam ser subjetivos, a escala apresentada fornece subsídios para a avaliação de uma peça, desde que seja feita com honestidade e segundo a experiência de quem o faz.

O grau de conservação da peça se refere, basicamente, ao estado de conservação e estado físico das mesmas. Na comunidade internacional, costuma-se utilizar uma escala em percentual de conservação de 0% a 100% (divididos em escalas de 5%) e que pode ser resumida nas seguintes categorias:

  • MINT” – Estado de Conservação 100% (recém fabricado / recém cunhado): um item com aspecto de novo, assim como no dia em que deixou a fábrica. A peça não possui um só risco ou nenhuma rachadura, seu acabamento está intacto, apenas podendo ter uma leve distorção na coloração, característico de uma antigüidade (como a pátina encontrada em determinados metais, como a prata). De maneira geral é uma peça que foi zelosamente armazenada em condições ideais de temperatura, umidade, manuseio, etc;

  • "NEAR MINT" – Estado de Conservação 95% (próxima ao estado anterior): uma peça usada ou levemente manuseada, apresentando algumas imperfeições mínimas, tais como: um ou outro pontículo de ferrugem, uma ou outra pequena rachadura (não a falta de pedaços), um ou outro pequeno amassado no caso de metais, uma natural perda de brilho, uma pátina mais consistente em certas partes, etc;

  • EXCELLENT" – Estado de Conservação 90% (excelente): peça demonstrando que o item teve pouquíssimo uso, nunca tendo sua manutenção básica negligenciada, retendo praticamente todo o seu acabamento original. Nesta classificação admitem-se ainda dois ou mais riscos leves, pequenas rachaduras ou uma maior descoloração do material, pátina mais profunda, porém não se admitindo "dentes" na lâminano, caso de baionetas;

  • "VERY GOOD" - Estado de Conservação 80-85% (muito boa): uma peça com uso médio e poucos sinais do tempo, pátina significativa e escura, admitindo-se um pouco mais de fatores negativos, porém ainda evidenciando cuidadosa manutenção e retendo boa parte do acabamento original;

  • "GOOD" - Estado de Conservação 70-75% (boa): com um pouco mais de uso do que o padrão acima, entretanto sendo ainda vistosa, eventualmente com uma extensão maior de danos, tais como: superfícies medianamente riscada, empunhadura com porções maiores comprometidas, um ou mais pequenos pontos de ferrugem, falta de brilho, pátina acentuada, etc;

  • "FAIR" – Estado de Conservação 50-65% (comum): uma peça demonstrando o seu manuseio e podendo ser vistos sinais de média ou nenhuma manutenção. Nesta classificação admite-se, eventualmente, até um pequeno "dente" na lâmina, porém nenhum polimento posterior, ou a troca de uma parte quebrada, etc;

  • "POOR" – Estado de Conservação 0-45% (pobre): peças muito manuseadas e desgastadas, com grandes porções enferrujadas, partes quebradas ou trocadas, re-polimento mal feito, manutenção não-adequada, diversos "dentes" na lâmina (baionetas e adagas), etc.

Para ilustrar melhor como se utiliza, na prática, esse critério, é interessante observar quatro exemplares diferentes de um mesmo tipo de condecoração (no caso um Badge Anti-Partisan do III Reich) em variados graus de conservação:

 

 

POOR

Estado “POOR” (pobre):

Note que a peça está severamente comprometida pelo desgaste do metal (corrosão), perdendo boa parte da definição de seus detalhes. Praticamente toda a cor original se foi.

FAIR

Estado “FAIR” (razoável):

Embora esta apresente alguma corrosão e desgaste, os detalhes de seu desenho ainda se fazem presentes.

VERY GOOD

Estado “VERY GOOD” (muito bom):

A peça possui, ainda claramente visível, todos os detalhes de sua construção e desenho, bem como apresenta apenas uma leve perda do acabamento apenas nos pontos de alto relevo.

 

CÓDIGOS DE FABRICANTES DE CONDECORAÇÕES ALEMÃS

Por outro lado, os colecionadores europeus costumam ser mais simplistas e adotam uma escala de três letras: A, B e C, sendo a letra A o de melhor estado de conservação.

Contudo, o estado de conservação não é o único fator a ser considerado quando se avalia uma antiguidade militar. Para uma avaliação correta da peça é necessário também associar o grau de dificuldade (“raridade”) de se encontrar uma determinada peça.

Devemos lembrar que algumas peças foram produzidas e distribuídas em pequeno número e eventualmente com materiais com grande desgaste ao longo do tempo, como o zinco. O grau de dificuldade das peças apresenta a graduação abaixo e diz respeito à disponibilidade no mercado de tal peça e sua raridade:

  • Muito Difícil;
  • Difícil;
  • Escasso;
  • Comum.

Dessa forma, é completamente admissível em uma coleção avançada, ter uma peça muito difícil em estado comum ou pobre. Neste caso mais vale a dificuldade da peça do que seu estado de conservação. Em alguns casos, de peças muito escassas, é praticamente impossível se ter a escolha de estado de conservação.

Em contrapartida uma peça MINT mas que tenha sido produzida aos milhões não terá um preço muito elevado por conta de sua disponibilidade no mercado de colecionadores.

 

O primeiro passo veio em 1937, quando, através de alguns decretos, Adolf Hitler alterou as condecorações oficiais do 3º Reich. Surgiram, nessa oportunidade, o “Präsidialkanzlei des Führers” e o seu braço “Ordenskanzlei” especificamente criados para controlar a produção de condecorações e selecionar os fabricantes que teriam contratos com o governo para a produção oficial. Visando manter a qualidade e padronização - uma vez que os símbolos da nova ordem estavam em jogo - normas foram sendo gradualmente instituídas.

A fim de enfrentar o caos na fabricação destas medalhas, o governo alemão interveio novamente e em 1941 proibiu a aquisição de condecorações, em caráter privado, em fabricantes de não autorizados. Surgiu, então, o LDO (Leistungs Gemeinschaft der Deutscher Ordenshersteller, ou Administração de Fabricantes de Condecorações Alemãs) uma entidade privada composta pelos próprios produtores e que, a partir de 1941, passou a regular os critérios para manufatura das medalhas entregues pelo III Reich. Essa organização e seus membros, através de decretos que vinham diretamente do gabinete de Hitler, fiscalizavam rigorosamente as dimensões, materiais e métodos de construção usados para criar as condecorações a serem entregues para os soldados da Wehrmacht.

Essa organização também atuava como uma fonte de informação e, assim, os métodos de construção eram discutidos e compartilhados entre as empresas. Todos os membros da organização recebiam um número, chamado de "número LDO" ou um número da Chancelaria (Prasidialkanzlei), os quais supostamente deveriam ser estampados em todas as condecorações. Na realidade, essa determinação não foi seguida à risca e uma grande quantidade de condecorações produzida não trazia qualquer marca nos primeiros anos de sua atuação.

Tem sido dito que os números que identificavam as empresas mudavam de tempos em tempos quando, na realidade, não era esse o caso. Algumas empresas tinham dois números, um com o prefixo "L" (referente à "LDO") e um número sem prefixo, chamado de Prasidialkanzleinummer. Via de regra, esses códigos passaram apenas a serem utilizados em medalhas, enquanto em nos Badges (principalmente os Badges de Assalto) os fabricantes continuaram a estampar o nome das empresas ou sua logomarca.

Com a instituição da LDO, as peças produzidas começaram a passar por um controle de qualidade cada vez mais rigoroso e a produção de itens fora do padrão foi severamente inibida. É por isso que, hoje em dia, considera-se que a maioria das condecorações originais fora dos padrões habituais como sendo de produção do início do conflito. Assim, as medalhas não marcadas, podem ser encontradas em quantidade no mercado e geralmente são conhecidas como dos períodos pré-guerra (1933-1939) ou “início de guerra” (1939-1941).

É muito importante frisar para os colecionadores iniciantes que a ausência de um código de fabricante de modo algum determina se uma peça é original ou não, do mesmo modo que sua presença não é garantia de que a peça é do período pré-1945. Há muito os falsificadores já incorporaram em suas cópias as tais “marcas do fabricante”.

 

Nestas imagens temos códigos LDO.

À esquerda o código L/11 estampado em uma Cruz de Ferro de 1ª Classe e, à direita, o código L/21 em um Badge de Ferido em Preto.

Nestas imagens temos códigosPräsidialkanzlei.

À esquerda o código “26” estampado no pino de uma Cruz de Ferro de 1ª Classe e, à direita, o código “76” marcado na argola da fita de uma Cruz de ferro de 2ª Classe.

 

À esquerda: uma situação mais incomum é o uso simultâneo da marca comercial do fabricante e do código LDO ou da “Präsidialkanzlei”. Nesse Badge de Pára-quedista vê-se a logomarca da empresa Assmann e seu código LDO marcados na mesma peça.

Muitas vezes é possível encontrar o nome inteiro da empresa ou a sua logomarga estampados em Badges, ao invés dos códigos LDO e “Präsidialkanzlei”. Ao centro, um Bagde de Piloto feito por “Bruder Schneider” e, à direita, outro exemplar da mesma condecoração, feita pela empresa “BSW”.

 

Tabela 1

Número
EMPRESA

CIDADE

1 Deschler &Sohn Munchen
2 C.E. Junker Berlin
3 Wilheim Deumer Ludenscheld
4 Steinhauer & Luck Ludenscheld
5 Hermann Wernstein Jena-Lobstedt
6 Fritz Zimmermann Stuttgart
7 Paul Meyhauer Berlin
8 Ferdinand Hoffstadter Bonn a. Rhein
9 Liefergsmeinschaft Scmuckhandwerker Pforzheim
10 Foerster & Barth Pforzheim
11 Grossmann & Co. Wien
12 Frank & Reif Stuttgart-Zuffenhausen
13 Gustav Brehmer Markneukirchen/Sa
14 L. Chr. Lauer Nurnberg-W
15 Friedrich Orth Wien
16 Alols Rettenmaler Scwablsch-Gmund
17 (Unknown)
18 Karl Wurster K.G. Markneukirchen/Sa
19 E. Ferd Weidmann Frankfurt/Main
20 C.F. Zimmermann Pforzheim
21 Gebr. Godet & Co. Berlin
22 Boerger & Co. Berlin
23 Arbeitsgemeinschaft fur Heereshedarf darf In der Graveur-u. Ziseleurinnung
24 Arbeitsgemeinschaft der Hanauer Plaket-ten-hersteller
25 Arbeitsgemeinschaft der Graveur-Gold-und Silberschemiede-Innungen
26 B. H. Mayer's Kunst-prageanstalt Pforzheim
27 Anton Schenkl's Nachf. Wien
28 Eugen Schmidthaussier Pforzheim
29 Hauptmunzamt Berlin
30 Hauptmunzamt Wien
31 Hans Gnad Wien
32 W. Hobachter Wien
33 Friedrich Linden Ludenscheld
34 Willy Annetsberger Munchen
35 F.W. Assmann & Sohn Ludenscheld
36 Bury & Leonhard Hanau a. M
37 Ad. Baumeister Ludenscheld
38 (Unknown)
39 Rudolf Berge Gablonz a.d.N.
40 Berg & Nolte Ludenscheld
41 Geb. Bender Oberstein/Nahe
42 Biedermann & Co. Oberkassel b/Bonn
43 Julius Bauer Sohne Zella Mehlisi/Thur.
44 Jakob Bengel Idar/Oberdonau
45 Franz Jungwirth Wien
46 Hans Doppler Wels/Oberdonau
47 Erhard & Sohne A.G. Schwabisch Gmund
48 Richard Feix Gablonz a.d.N.
49 Josef Feix Sohne Gablonz a.d.N.
50 Karl Gschiermeister Wien
51 Eduard Goriach & Sohne Gablonz/N.
52 Gottlieb & Wagner Ldar/Oberstein
53 Glaser & Sohne Dresden
54 (Unknown)
55 J.E. Hammer & Sohne Geringswalde
56 Robert Hauschild Pforzheim
57 Karl Hensler Pforzheim
58 Artur Jakel & Co. Gablonz/N.
59 Louis Keller Oberstein
60 Katz & Deyhle Pforzheim
61 Rudolf A. Karneth & Sohne Gablonz a.N.
62 Kerbach & Oesterhelt Dresden
63 Franz Klast & Sohne Gablonz a.N.
64 Gottl. Fr. Keck & Sohn Pforzheim
65 Klein & Quenzer A.G. Idar/Oberstein
66 Freidrich Keller Oberstein
67 H. Krelsel Gablonz a.N.
68 Alfred Knobloch Gablonz a.N.
69 Alols Klammer Innsbruck
70 Lind & Meyrer Oberstein a.d.N.
71 Rudolf Leukert Oberstein a.d.N.
72 Franz Lipp Pforzheim
73 Frank Manert Gablonz a.N.
74 Carl Maurer Sohn Oberstein/Nahe
75 (Unknown)
76 Ernst L. Muller Pforzheim
77 Bayer. Hauptmunzamt Munchen
78 Gustav Miksch Gablonz/N.
79 (Unknown)
80 G.H. Osang Dresden
81 Overhoff & Cle Ludenscheid
82 Augustin Prager Gablonz a.N.
83 Emll Peukert Gablonz a.N.
84 Carl Poellath Schrobenhausen
85 Julius Pletsch Gablonz/N.
86 Paulmann & Crone Ludenscheid
87 Roman Palme Gablonz a.N.
88 Werner Redo Saarlautern
89 Rudolf Richter Schlag 244 b. Gablonz
90 Aug. F. Richter K.G. Hamburg
91 Josef Rossler & Co. Gablonz a.d.N.
92 Josef Rucker & Sohn Gablonz a.d.N.
93 Richard Simm & Sohne Gablonz a.d.N.
94 (Unknown)
95 Adolf Scholze Grunwald a.d.N.
96 (Unknown)
97 (Unknown)
98 Rudolf Souval Wien
99 Schwertner & Cle. Eggenberg
100 Rudolf Wachtler & Lange Mittweida
101 Rudolf Tam Gablonz a.d.N.
102 Philipp Turks Ww. Wien
103 Aug. G. Tam Gablonz a.d.N.
104 Hein. Ulbricht's Ww. Kaufing b/Schwanenstadt
105 Heinrich Vogt Pforzheim
106 Bruder Schneider A.G. Wien
107 Carl Wild Hamburg
108 Arno Wallpach Salzburg
109 Walter & Hentein Gablonz a.d.N.
110 Otto Zappe Gablonz a.d.N.
111 Ziemer & Sohne Oberstein
112 Argentor Werke Rust & Hetzel Wien
113 Hermann Aurich Dresden
114 Ludwig Bertsch Karlsruhe
115 (Unknown)
116 Frunke & Brunninghaus Ludenscheld
117 Hugo Lang Wiesenthal a.N.
118 August Menzs & Sohn Wien
119 (Unknown)
120 Franz Petzl Wien
121 (Unknown)
122 JJ. Stahl Strassburg
123 Beck, Hassinger & Co. Strassburg
124 Rudolf Schanes Wien
125 Eugen Gauss Pforzheim
126 Eduard Hahn Oberstein/Nahe
127 Moritz Hausch A.G. Pforzheim
128 S. Jablonski G.m.b.H. Posen
129 Fritz Kohm Pforzheim
130 Wilh. Schroder & Co. Ludenscheld
131 Heinrich Wander Gablonz
132 Franz Reischauer Oberstein
133 (Unknown)
134 Otto Klein & Co. Hanau
135 Julius Moser sen Oberstein
136 J.Wagner & Sohn Berlin
137 J.H. Werner Berlin
138 Julius Maurer Oberstein
139 Hymmen & Co. Ludenscheid
140 Schauerte & Hohfeld Ludenscheid
141 Sohni, Heubach & Co Oberstein
142  A.D. Schwerdt Stuttgart

 

Tabela 2

LDO – Empresas licenciadas

L/10 Deschler & Sohn, Munchen 9 Wirthstrasse 9
L/11 Wilhelm Deumer Ludenscheid, Postfach 161
L/12 C.E. Junker, Berlin SW 68, Alte Jakobstr. 13
L/13 Paul Meybauer Berlin SW 68, Alte Jakobstr. 13
L/14 Friedrich Orth Wien VI/56 Schmalzhofgasse 18
L/15 Otto Schickle Pforzheim
L/16 Steinhauer & Luck Ludenscheid
L/17 Hermann Wernstein, Jena Lobstedt
L/18 D.H. Mayer's, Hofkunstprageanstalt Pforzheim
L/19 Ferkinand Hoffstatter Bonn/Rhein Postfach 161
L/21 Foerster & Barth Pforzheim Tunnelstr. 71
L/22 Rudolf Souval,

Wein VII/62 Strasse Der Julikampfer 23

L/23 Julius Maurer Oberstein/Nahe
L/24 Fritzzimmermann, Stuttgart-W. Silberburgstr. 58a
L/25 A.E. Kochert Wein 1 Neuer Markt 15
L/52 C.F. Zimmermann Pforzheim Dr. Fritz-Todt-Str. 55
L/53 Hymmen & Co. Ludenscheid
L/55 Wachtler & Lange Rudolf Mittwaida/Sa.
L/57 Boerger & Co., Berlin SO 16 Adalbertstr. 42

 

Tabela 3

LDO – Empresas parcialmente licenciadas

L/26 Klein & Quenzer Oberstein/Nahe
L/50 Gebr. Godet & Co. Berlin W8 Jagerstr. 19
L/51 E. Ferd. Wiedmann Frankfurt-M. S-10 Schifferstr. 52-54
L/53 Hymmen & Co. Ludenscheid Karlstr.
L/54 Schauerte & Hohfeld Ludenscheid
L/56 Funcke & Bruninghaus
L/58 Glaser & Sohn Dresden-A. Borngasse 5
L/59 Alois Rettenmaier Schwabisch-Gmund Parlerstr. 27
L/60 Gustav Brehmer Markneukirchen/SA (GB)
L/61 Friedrich Linden Ludenscheild (FLL)
L/62 Werner Redo Saarlautern
L/63 G.H. Osang Dresden, A-1 Neue Gasse 30
L/64 F.A. Assmann & Sohne Ludenscheid (A)
L/65 Dr. Franke & Co. Ludenscheid
L/66 A.D. Schwerdt Stuttgart-S, Splittlerstr. 36